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segunda-feira, 9 de julho de 2007

Meu Bebê II


...
No mês de junho os resultados médicos saíram, ela era sem dúvida uma portadora da síndrome de down. Depois dos resultados ela passou a ficar em casa nos finais de semana também, me senti mais aliviada, pois toda segunda ela chegava com algum probleminha de saúde, agora teria certeza que ela ficaria bem.

Tinha muito que fazer, ela precisa de tratamento e o mais rápido possível, pois ela precisava de estímulos como toda criança com síndrome e quando mais rápido começasse, mais rápido ela iria desenvolver.

Conseguimos uma indicação de uma clínica em Moema que tinham uma proposta muito interessante, ensinariam as mães os exercícios e nós faríamos os exercícios seguindo as orientações, foi uma experiência maravilhosa, sabe estes bebês têm que ser muito incentivados são acomodados e querem ficar na sua e temos que agitar sua vida, essa realmente será uma grande história. Continua...

sábado, 23 de junho de 2007

Meu Bebê I


Meu Bebê

Eu fui visitá-la, nunca tinha visto um bebê com síndrome de down, fiquei apaixonada e me ofereci para cuidar dela.
Passadas duas semanas, ela chegou às 6 h da manhã de uma segunda feira, 16 de março de 1981, quietinha; juntei dois sofás de um lugar e assim fiz sua primeira caminha, olhei para ela e senti um medo imenso, pensei - meu Deus o que eu fiz? Será que vou saber cuidar dela? Como vou alimenta-la e se ela se engasgar? Não sabia o que fazer. Voltei para cama e chorei, ela continuou dormindo bem quietinha.
Acordei mais tarde e tinha uma garotinha para cuidar, tão pequena, mas não foi nada difícil, ela era um docinho, muito quieta, depois de um tempo descobri, ela não chorava, as lágrimas caiam, mas não havia som.

Ela chegava toda a segunda-feira e ia na sexta-feira. O problema era, roupa, não tinha nada de roupa, minhas amigas deram muitas roupinhas, minha prima tinha o enxoval do bebê dela e me deu todo, outra amiga me arrumou um carrinho grande que serviu de berço.
Eu a alimentava, brincava com ela, dava banho, passeava, como com qualquer bebê. Continua...

sábado, 9 de junho de 2007

Parceiras para Sempre!




Elas se apaixonaram logo que se viram,
e tornaram-se parceiras.



Parceiras em todas as horas,
as duas juntas era um perigo!

Seja viagem, escola, passeios ao shopping,
estavam sempre juntas.

Foto: A Ro provocando a Valeria.



A Ro sempre dirigia e a Valeria de co-piloto
e ninguém conseguia esta vaga.

Eu não me preocupava com as reuniões e viagens no meu trabalho,
pois sabia que as duas estariam sempre bem.

Eram cumplices em gastanças e comilanças.

A alegria das duas contagiava o grupo.



Foto: As duas durante uma viagem!


A dedicação da Ro por ela, era como de mãe,
nós brincavamos, eu sou a mãe e a Ro o pai,
ríamos bastante.
Sempre juntas com alegria.


Foto: Olha as duas na piscina.


Mas a vida aprontou com elas ,
assim como com todos que a amamos.

Levou a Valeria, deixou sua amiga, sua tia, sua mãezona, a Rosane.

Esta difícil para Ro e eu sei o quanto.



Foto: As Duas dançando no casamento do Tio David


Mas desta parceria ficou as lembranças,
as brincadeiras, os resmungos.






Valeria e Rosane serão parceiras para sempre,
o que as separa agora é um simples soninho.
Logo , logo a Valeria vai acordar e a parceria continuar.
Imagine estas duas juntas no céu!



Vai ser muita alegria, muita farra e
com certeza Jesus estará junto!



Só falta um pouquinho Rosane ou como a Valeria dizia: ReRo.
Valeria & Rosane
Parceiras para sempre!

terça-feira, 1 de maio de 2007

Louco Amor

A história da Valeria e da Rebeca pode ser chamada assim: de Louco Amor, se amavam e brigavam, era uma loucura.
Quando a Rebeca chegou tinha 1 ano e três meses e a Valeria faltavam 2 meses para completar 11 anos.
A princípio a Valeria detestou a idéia, já conhecia a Re e sabia que ela era muito chorona, e aí começou a saga.
De tapas e beijos foi que este louco amor foi formado, mas a medida que a Re crescia elas foram se entendo melhor e ultimamente a Valeria era fã número um da Rebeca.
Quando a Re viajava a Valeria ficava muito impaciente pedindo: vamos buscar a Pil, sentia muito sua falta e a Re ligava toda hora para saber como estava a irmãzinha, agora as duas se uniam para aprontar comigo, rsrsrsrs.
Tenho muitas recordações desses momentos e quero que aqui fique registrado, pelas fotos vcs podem imaginar como se amavam.

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Uma História de Amor!

Anderson e Valeria na praia em Mongaguá!



Quando ele nasceu, ela estava com cinco anos, pensei que ele poderia ensinar muito a ela, mas ledo engano, ele que aprendeu com ela, em pouco tempo os dois faziam concurso de arroto, de puns e outras coisitas mais, rsrsrsrsrs.
Passaram a ser inseparáveis aprontavam muito juntos, ela o considerava seu filho ou “firo” como ela dizia, tinha nomes especiais que ela o chamava: Anderinho, Ander, Firo e Negão Lindo.
Passavam muito tempo juntos, viajavam juntos e o amor entre eles crescia.
Depois ele já jovem, veio à faculdade, seus compromissos, o namoro, eles já não se viam tanto, mas o amor continuava, no carnaval deste ano, ele veio ficar em casa e ela ficou muito feliz, quando chegou a hora de ele ir embora, a Valéria colocou a cabeça dele no colo dela e ficou o agradando e dizendo que ia ficar, não iria embora.
Uma vez aconteceu algo hilariante...
Ele já adolescente veio ficar uns dias em casa, ele gostava muito de mexer com ela, para que ela ficasse brava, na hora do café da manhã, ele ficava ameaçando pegar o lanche dela, e ela dizia, pára Ander, pára Ander e ele não parava, até que ele pegou mesmo o lanche.
A Valeria levantou da cadeira, pegou uma faca e disse: - Hoje eu apareço no Linha Direta, e foi pra cima dele, que mais que depressa devolveu o lanche, chamei a atenção dela, mas depois rimos muito e a avó assustada nunca mais assistiu o programa. Como diz o ditado seguro morreu de velho.
Essa é a minha Valerinha, sempre aprontando!!!
*****
Eles dançando na festa da escola no Natal!















Na praia em Bertioga!



















Na Chácara em Mogi das Cruzes!



No aniversário dela.




Olha eles aqui na praia de novo, em Bertioga!




Ela cuidando dele dodói.

Essa história de amor não teve fim, apenas um intevalo...

Bom dia meu amor!